Reflexões, Pensamentos, Poemas, Poesias, Reflexões, Desenhos, Quadrinhos, Comics, Tirinhas
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terça-feira, 24 de maio de 2016
Ciência do Descontentamento - Citação
"Devia existir uma ciência do descontentamento. As pessoas necessitam de tempos difíceis e de opressão para desenvolver seus músculos psíquicos." Duna, de Frank Herbert, 1965.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Tanta coisa que eu não preciso...
Há anos atrás meu irmão me falou de uma frase de Socrates, da qual sempre lembro, em diversas situações: "...tanta coisa que eu não preciso..."
....."Sócrates ao passar pelo mercado disse: Como sou feliz! Aqui tem tanta coisa que eu não preciso. Os gentios são infelizes porque não podem comprar tudo o que tem no mercado."
E outra frase que acho interessante e levo na memória, que tem a ver com a anterior é:
"A vida é muito mais que trabalho e posses." (autor desconhecido)
Difícil é conseguir empregar essas frases no dia a dia da cotidiana vida urbana/capitalista.
Nota:
......gentio........
substantivo masculino
1. Aquele que segue a religião pagã. = IDÓLATRA
2. [Popular] Grande quantidade de gente. = MULTIDÃO
adjetivo
3. Que segue o paganismo.
4. Que não é civilizado. = SELVAGEM
....."Sócrates ao passar pelo mercado disse: Como sou feliz! Aqui tem tanta coisa que eu não preciso. Os gentios são infelizes porque não podem comprar tudo o que tem no mercado."
E outra frase que acho interessante e levo na memória, que tem a ver com a anterior é:
"A vida é muito mais que trabalho e posses." (autor desconhecido)
Difícil é conseguir empregar essas frases no dia a dia da cotidiana vida urbana/capitalista.
Nota:
......gentio........
substantivo masculino
1. Aquele que segue a religião pagã. = IDÓLATRA
2. [Popular] Grande quantidade de gente. = MULTIDÃO
adjetivo
3. Que segue o paganismo.
4. Que não é civilizado. = SELVAGEM
domingo, 2 de janeiro de 2011
Starship Tropper - YES
"Solidão é um poder que possuímos para dar ou remover para sempre!"
Starship Tropper - YES
Hole Hearted - Extreme (Coração Machucado)
"There´s a hole in my heart that can only be filled by you.
And this hole in my heart can´t be filled with the things I do."
"Há um buraco no meu coração que só pode ser preenchido por você.
E esse buraco no meu coração não pode ser preenchido com as coisas que eu faço."Extreme
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Drummond - Namorados
“Quem não tem namorado(a) é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo.
Namorado(a) é a mais difícil das conquistas.
Difícil porque namorado(a) de verdade é muito raro.
Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.”
Carlos Drummond de Andrade
Namorado(a) é a mais difícil das conquistas.
Difícil porque namorado(a) de verdade é muito raro.
Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.”
Carlos Drummond de Andrade
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Pais e Filhos
Quero colo. Vou fugir de casa
Posso dormir aqui com você?
Estou com medo, tive um pesadelo
Só vou voltar depois das três
Me diz: por que o céu é azul?
Explica a grande fúria do mundo?
São meus filhos que tomam conta de mim...
Eu moro com a minha mãe, mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua não tenho ninguém
Eu moro em qualquer lugar
Já morei em tanta casa que nem me lembro mais
Eu moro com os meus pais
É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã
Por que se você parar pra pensar na verdade não há
Sou uma gota d'água, sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não lhe entendem
Mas você não entende seus pais
Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo
Ele são crianças como você: São o que você vai ser quando você crescer!
Renato Russo
Travessia - Milton Nascimento
Quando você foi embora fez-se noite em meu viver
Forte eu sou mas não tem jeito, hoje eu tenho que chorar
Minha casa não é minha, e nem é meu este lugar
Estou só e não resisto, muito tenho prá falar
Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto, vou querer me matar
Vou seguindo pela vida sem me esquecer de você
Eu não quero mais a morte, tenho muito que viver
Vou querer amar de novo e se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço com meu braço o meu viver
Milton Nascimento
Tão Longe De Tudo
Barão Vermelho
Composição: Guto Goffi
"Solidão amiga do peito
Me dê tudo que eu tenha por direito
Me diga, me ensina
Ao dormir não sinto medo
Há um sol, existe vida
Me trate com jeito
Eu tenho saída
Eu quero calor e o mundo é frio
Minha vaidade não enxerga o paraíso
Eu preciso de alguém pra fugir,
sem avisar ninguém
Não vou olhar pra trás
A saudade está morta
E já não me importa
Está longe demais
Longe demais de tudo
Eu estou longe demais
Longe demais de tudo
Eu estou longe demais
Tão perto de mim
Tão longe de tudo"
Você Ainda Pode Sonhar
Pense num dia com gosto de infância
Sem muita importância procure lembrar
Você por certo vai sentir saudades
Fechando os olhos verá
Doces meninas dançando ao luar
Outras canções de amor
Mil violinos e um cheiro de flores no ar
Você ainda pode sonhar
Você ainda pode sonhar
Você ainda pode sonhar
Feche seus olhos bem profundamente
Não queira acordar procure dormir
Faça uma força você não está velho demais
Prá voltar e sorrir
Passe voando por cima do mar
Para a ilha rever
Vá saltitando sorrindo a todos que vê
Você ainda pode sonhar
Você ainda pode sonhar
Você ainda pode sonhar
Raul Seixas
Sem muita importância procure lembrar
Você por certo vai sentir saudades
Fechando os olhos verá
Doces meninas dançando ao luar
Outras canções de amor
Mil violinos e um cheiro de flores no ar
Você ainda pode sonhar
Você ainda pode sonhar
Você ainda pode sonhar
Feche seus olhos bem profundamente
Não queira acordar procure dormir
Faça uma força você não está velho demais
Prá voltar e sorrir
Passe voando por cima do mar
Para a ilha rever
Vá saltitando sorrindo a todos que vê
Você ainda pode sonhar
Você ainda pode sonhar
Você ainda pode sonhar
Raul Seixas
domingo, 22 de novembro de 2009
A PAISAGEM MENTAL DE ALAN MOORE
Recentemente eu tenho lido que as pessoas que estão encabeçando a física quântica crêem que a INFORMAÇÃO é uma "Substância Super Estranha", para citar o palavreado que utilizam, que essa substância subjaz em todo o universo, e que é mais fundamental que a gravidade, o eletromagnetismo ou as duas forças nucleares.
Isto tende a sugerir que todo o nosso universo físico é um subproduto da "informação primordial". Ou, para por em termos mágicos mais aceitáveis: "No princípio havia o Verbo."
Tal como a Teoria da Duplicação Periódica da Informação, esta indica que se pegarmos um período da informação humana, que poderia ser o tempo entre a invenção da primeira machadinha de mão, digamos que entre 50.000a.C e 1a.C, então esse é um período de informação humana que poderíamos medir levando em conta quantas invenções humanas surgiram durante esse tempo.
Então, nós vemos quanto tempo leva para nós termos duas ou mais invenções. Isto significa que a informação humana se duplicou.
Como se passou, após esse primeiro período de 50.000 anos, o segundo período passa a ser de 1.500 anos, digamos o período do Renascimento. Nele tivemos o dobro de informação.
Para duplicar-se outra vez, a informação humana levou um par de séculos (200 anos).
O período se acelera.
Entre 1960 e 1970 (10 anos) a informação humana duplica-se de novo.
Até onde sei, a última contagem da informação humana está duplicando aproximadamente a cada 18 meses.
Adiante disso, em algum ponto em torno de 2015, a informação humana estará duplicando-se a cada milésimo de segundo.
Isso significa que a cada milésimo de segundo temos acumulado mais informação do que há em toda a história anterior do mundo inteiro.
E nesse ponto, eu acredito, é que se fecham todas as apostas.
Não consigo imaginar que tipo de Cultura poderia existir após tal "ignição de conhecimento".
Isto tende a sugerir que todo o nosso universo físico é um subproduto da "informação primordial". Ou, para por em termos mágicos mais aceitáveis: "No princípio havia o Verbo."
Tal como a Teoria da Duplicação Periódica da Informação, esta indica que se pegarmos um período da informação humana, que poderia ser o tempo entre a invenção da primeira machadinha de mão, digamos que entre 50.000a.C e 1a.C, então esse é um período de informação humana que poderíamos medir levando em conta quantas invenções humanas surgiram durante esse tempo.
Então, nós vemos quanto tempo leva para nós termos duas ou mais invenções. Isto significa que a informação humana se duplicou.
Como se passou, após esse primeiro período de 50.000 anos, o segundo período passa a ser de 1.500 anos, digamos o período do Renascimento. Nele tivemos o dobro de informação.
Para duplicar-se outra vez, a informação humana levou um par de séculos (200 anos).
O período se acelera.
Entre 1960 e 1970 (10 anos) a informação humana duplica-se de novo.
Até onde sei, a última contagem da informação humana está duplicando aproximadamente a cada 18 meses.
Adiante disso, em algum ponto em torno de 2015, a informação humana estará duplicando-se a cada milésimo de segundo.
Isso significa que a cada milésimo de segundo temos acumulado mais informação do que há em toda a história anterior do mundo inteiro.
E nesse ponto, eu acredito, é que se fecham todas as apostas.
Não consigo imaginar que tipo de Cultura poderia existir após tal "ignição de conhecimento".
terça-feira, 26 de maio de 2009
Mario Quintana - Solteiro
Quando Perguntavam a Mario Quintana porque ele nunca se casou, tendo vivido 84 anos solteiro, ele respondia:
"Sempre preferi deixar dezenas de mulheres esperançosas, do que uma só desiludida!"
Mario Quintana
E eu o compreendo!
"Sempre preferi deixar dezenas de mulheres esperançosas, do que uma só desiludida!"
Mario Quintana
E eu o compreendo!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Canto Para Minha Morte - Raul Seixas
Eu sei que determinada rua que eu já passei
Não tornará a ouvir o som de meus passos...
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos e nunca mais vou abrir.
Cada vez que me despeço de uma pessôa,
pode ser que essa pessôa esteja me vendo pela última vez...
A morte, surda, caminha ao meu lado e eu não sei em que esquina ela vai me beijar...
Com que rosto ela virá?
Será que ela vai deixar eu acabar o que tenho que fazer?
Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque?
Na música que eu deixei para compor amanhã?
Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro?
Virá antes de eu encontrar a mulher,
a mulher que me foi destinada, e que está em algum lugar me esperando,
embora eu ainda não a conheça?
Vou te encontrar vestida de cetim,
pois em qualquer lugar esperas só por mim...
E no teu beijo provar o gosto estranho
que eu quero e não desejo, mas tenho que encontrar...
Vem, mas demore a chegar.
Eu te destesto e amo morte, morte, morte,
que talvez seja o segredo desta vida!
Morte, morte, morte, que talvez seja o segredo desta vida!
Qual será a forma da minha morte?
Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida.
Existem tantas... um acidente de carro...
O coração que se recusa a bater no próximo minuto...
A anestisia mal aplicada... a vida mal vivida...
A ferida mal curada... a dor já envelhecida...
O câncer já espalhado e ainda escondido... ou até, quem sabe,
Um escorregão idiota num dia de sol... a cabeça no meio fio...
Óh morte, tú que és tão forte,
Que matas o gato, o rato e o homem.
Vista-se com tua mais bela roupa quando vieres me buscar!
Que meu corpo seja cremado e minhas cinzas alimentem a erva...
e que a erva alimente outro homem como eu...
Porque eu continuarei neste homem, nos meus filhos,
Na palavra rude que eu disse para alguém que não gostava
E até no uísque que não terminei de beber naquela noite...
Vou te encontrar vestida de cetim,
pois em qualquer lugar esperas só por mim...
E no teu beijo provar o gosto estranho
que eu quero e não desejo, mas tenho que encontrar...
Vem, mas demore a chegar.
Eu te destesto e amo morte, morte, morte,
que talvez seja o segredo desta vida!
Morte, morte, morte, que talvez seja o segredo desta vida!
Raul Seixas e Paulo Coelho
Não tornará a ouvir o som de meus passos...
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos e nunca mais vou abrir.
Cada vez que me despeço de uma pessôa,
pode ser que essa pessôa esteja me vendo pela última vez...
A morte, surda, caminha ao meu lado e eu não sei em que esquina ela vai me beijar...
Com que rosto ela virá?
Será que ela vai deixar eu acabar o que tenho que fazer?
Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque?
Na música que eu deixei para compor amanhã?
Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro?
Virá antes de eu encontrar a mulher,
a mulher que me foi destinada, e que está em algum lugar me esperando,
embora eu ainda não a conheça?
Vou te encontrar vestida de cetim,
pois em qualquer lugar esperas só por mim...
E no teu beijo provar o gosto estranho
que eu quero e não desejo, mas tenho que encontrar...
Vem, mas demore a chegar.
Eu te destesto e amo morte, morte, morte,
que talvez seja o segredo desta vida!
Morte, morte, morte, que talvez seja o segredo desta vida!
Qual será a forma da minha morte?
Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida.
Existem tantas... um acidente de carro...
O coração que se recusa a bater no próximo minuto...
A anestisia mal aplicada... a vida mal vivida...
A ferida mal curada... a dor já envelhecida...
O câncer já espalhado e ainda escondido... ou até, quem sabe,
Um escorregão idiota num dia de sol... a cabeça no meio fio...
Óh morte, tú que és tão forte,
Que matas o gato, o rato e o homem.
Vista-se com tua mais bela roupa quando vieres me buscar!
Que meu corpo seja cremado e minhas cinzas alimentem a erva...
e que a erva alimente outro homem como eu...
Porque eu continuarei neste homem, nos meus filhos,
Na palavra rude que eu disse para alguém que não gostava
E até no uísque que não terminei de beber naquela noite...
Vou te encontrar vestida de cetim,
pois em qualquer lugar esperas só por mim...
E no teu beijo provar o gosto estranho
que eu quero e não desejo, mas tenho que encontrar...
Vem, mas demore a chegar.
Eu te destesto e amo morte, morte, morte,
que talvez seja o segredo desta vida!
Morte, morte, morte, que talvez seja o segredo desta vida!
Raul Seixas e Paulo Coelho
sábado, 15 de novembro de 2008
Imagine...
"Imagine todo o povo vivendo em paz... você irá dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único. Espero que você um dia junte-se à nós e o mundo será um só..."
John Lennon
John Lennon
Se pudesse revelar meus pensamentos...
"Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens".
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Ainda...
"É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor...
Estou Acordado
E todos dormem, todos dormem
Todos dormem..."
Renato Russo
É servir a quem vence o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor...
Estou Acordado
E todos dormem, todos dormem
Todos dormem..."
Renato Russo
Formiguinhas
"Ah... Mas quem sou eu senão uma formiguinha, das menores, que anda pela Terra cumprindo sua obrigação!"
CHICO XAVIER
CHICO XAVIER
Andrea Doria
"Às vezes parecia que, de tanto acreditar
Em tudo que achávamos tão certo,
Teríamos o mundo inteiro e até um pouco mais:
Faríamos floresta do deserto
E diamantes de pedaços de vidro.
Mas percebo agora que o teu sorriso vem diferente,
Quase parecendo te ferir.
Não queria te ver assim -
Quero a tua força como era antes.
O que tens é só teu
E de nada vale fugir
E não sentir mais nada.
Às vezes parecia que era só improvisar
E o mundo então seria um livro aberto,
Até chegar o dia em que tentamos ter demais,
Vendendo fácil o que não tinha preço.
Eu sei - é tudo sem sentido.
Quero ter alguém com quem conversar,
Alguém que depois não use o que eu disse contra mim.
Nada mais vai me ferir.
É que já me acostumei
Com a estrada errada que eu segui
E com a minha própria lei.
Tenho o que ficou
E tenho sorte até demais,
como sei que tens também..."
Renato Russo
Em tudo que achávamos tão certo,
Teríamos o mundo inteiro e até um pouco mais:
Faríamos floresta do deserto
E diamantes de pedaços de vidro.
Mas percebo agora que o teu sorriso vem diferente,
Quase parecendo te ferir.
Não queria te ver assim -
Quero a tua força como era antes.
O que tens é só teu
E de nada vale fugir
E não sentir mais nada.
Às vezes parecia que era só improvisar
E o mundo então seria um livro aberto,
Até chegar o dia em que tentamos ter demais,
Vendendo fácil o que não tinha preço.
Eu sei - é tudo sem sentido.
Quero ter alguém com quem conversar,
Alguém que depois não use o que eu disse contra mim.
Nada mais vai me ferir.
É que já me acostumei
Com a estrada errada que eu segui
E com a minha própria lei.
Tenho o que ficou
E tenho sorte até demais,
como sei que tens também..."
Renato Russo
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