sábado, 29 de agosto de 2009

Poesia para Pri Carbone


Teus olhos, como um faról

Guiaram o meu olhar triste
Tamanha é a luz desse sol
Que a cegueira ainda persiste

Tentei desviar, mas me perdi
Na imensidão desse mar de luz
Procurei um chão, mas desisti
Melhor seguir a quem seduz

Brilha lágrima: cortina do olhar
Refletindo os pensamentos teus
Vejo meu rosto: utopia, meu cismar
Sonho pretensioso de um simples Morpheu

Mergulhei, enfim, sem pensar
Apenas ouvi o chamado da Sereia
Voltei à tona para respirar
Acordei aqui, jogado na areia

deLima Jr 30/08/2009
escrito para Pri Carbone

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